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Pressão no orçamento: reajuste médio dos planos de saúde coletivo ficará na casa dos 15%

Empresas, MEIs e famílias que pagam planos de saúde coletivo terão que reorganizar o orçamento para acomodar o valor reajustado do plano médico.

A alta dos planos coletivos será, assim como no ano passado, de dois dígitos neste ano, na maioria dos casos.

De acordo com relatório elaborado por analistas dos bancos BTG e Itaú, as novas elevações, válidas até abril de 2026, serão, no entanto, menores do que as registradas no ciclo anterior, encerrado em abril.

O aumento médio dos 20 planos analisados no relatório ficou, este ano, em 15,3%, contra alta média de 16,7% no ano passado.

De acordo com dados da ANS, o mercado de planos de saúde tem, atualmente, aproximadamente 52 milhões de beneficiários, sendo cerca de 90% deles clientes de planos coletivos, sejam empresariais ou por adesão, quando vinculados a uma entidade de classe ou administradora de benefícios.

Diferente do que acontece com os reajustes dos planos individuais e familiares, que são regulados pela AN

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