Brasil

Preço médio do aluguel residencial desacelera, mas supera a inflação de agosto

Pressão no orçamento: morar de aluguel ficou 5,2% mais caro no primeiro semestre do ano
Imagem: divulgação · Vibe News

O preço médio do aluguel residencial desacelerou no oitavo mês do ano.

É o que aponta o indicador que acompanha a variação dos preços de locação de apartamentos prontos em 36 cidades brasileiras, sendo 22 capitais, com base em informações de anúncios na internet.

O chamado Índice FipeZap registrou uma alta de 0,55% no mês passado, percentual menor que a variação registrada nos meses anteriores.

Por outro lado, o resultado mensal superou a variação média dos principais índices inflacionários do país, que registraram deflação, ou seja, variaram no campo negativo em agosto: o IPCA, medido pelo IBGE e considerado a inflação oficial do país, ficou em menos 0,32%, e o IGP-M, medido pela FGV, menos 0,22%.

No acumulado do ano, até agosto, o Índice FipeZAP de Locação Residencial apresentou alta de 6,56%, percentual que também supera os dois indicadores inflacionários citados.

É mais que o dobro, por exemplo, que os 3,11% acumulados no mesmo período pelo IPCA.

Na média, considerando as 36 cidades monitoradas, fechar um novo contrato de aluguel residencial chegou a 54 reais e 47 centavos por metro quadrado em agosto.

Analisando as 22 capitais monitoradas, a que fechou o mês apresentando o metro quadrado mais caro do aluguel para moradia foi São Paulo: 65 reais e 67 centavos, na média.

Logo atrás aparecem Recife, Belém, Rio de Janeiro e Florianópolis, todas com o valor médio do metro quadrado também superando os 60 reais.

Já Teresina e Campo Grande foram as capitais com o metro quadrado mais barato no mês passado. Na média, um apartamento para moradia custou cerca de 32 reais por metro quadrado, um pouco mais, um pouco menos, para o inquilino novo, nas capitais do Piauí e do Mato Grosso do Sul.

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