Brasil enfrenta desafios na prevenção e no controle do colesterol

Redação Vibenews

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A doença arterial do coração e o acidente vascular cerebral (AVC) são responsáveis por mais de um quinto de todas as mortes no mundo, principalmente em países de baixa e média renda, onde ocorrem 80% dos óbitos¹. Para combater essa realidade, o uso de estatinas, grupo de medicamentos usados geralmente no tratamento do colesterol, é uma estratégia com baixo custo, alta segurança e eficácia na redução de níveis elevados da doença². Mas, segundo estudo publicado em julho deste ano na revista científica Science Direct, apenas um em cada cinco pacientes elegíveis para prevenção estava utilizando o medicamento³.

O especialista dr. Fabrício Assami Borges, cardiologista do Hospital Santa Paula, que faz parte da Dasa, maior rede de saúde integrada do país, alerta que o Brasil não está imune a esse cenário alarmante: “O estudo reflete a necessidade urgente de melhorar a conscientização entre médicos e pacientes e investir em implementação de estratégias para controlar o colesterol dos brasileiros. A falta de aderência ao tratamento com estatinas entre os pacientes de alto risco é um obstáculo significativo na prevenção de doenças cardiovasculares.”

A colaboração entre sistemas de saúde, médicos e iniciativas privadas, como o desenvolvimento, popularização e uso de aplicativos para coleta de dados, pode ser a chave para melhorar o controle do colesterol no Brasil e, consequentemente, a saúde cardiovascular da população. “Adotar abordagens multidisciplinares e inovadoras para garantir que os pacientes recebam tratamento adequado e personalizado é fundamental. Na Dasa, por exemplo, contamos com o Nav, assistente digital de saúde, que disponibiliza todo o histórico do paciente e emite alertas sobre gaps de cuidado e de rastreio, facilitando a jornada de cuidado,” complementa o especialista, ressaltando a necessidade de uma abordagem holística e personalizada no controle do colesterol para a saúde cardiovascular, ajudando o paciente a incorporar mudanças no estilo de vida e melhorias no acesso aos cuidados de saúde.

Fonte: Dasa

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