O período de festas e férias chegou.
Nesta época do ano celebrações, viagens e reuniões familiares são comuns e tudo isso faz aumentar o risco de transmissão de doenças infectocontagiosas, como a COVID-19.
O risco é ainda maior para pessoas acima de 60 anos, gestantes e pessoas que têm doenças crônicas, como, por exemplo, diabetes e hipertensão, além dos imunossuprimidos, que são as pessoas que, por algum motivo de saúde, têm o sistema de defesa do organismo enfraquecido.
Mesmo o coronavírus não sendo mais uma emergência de saúde pública, a doença ainda faz vítimas e merece atenção, como alerta o médico infectologista Dr. Alexandre Naime:
“Obviamente, nós não estamos mais no cenário de emergência de saúde pública, em que essas reuniões, essas festas não eram aconselháveis, porque hoje nós temos ferramentas de prevenção contra COVID e também contra outros vírus de transmissão respiratória. Mas, o fato é que em 2023, ano passado, quando já não havia mais emergência de saúde pública, nós tivemos um aumento de número de casos, então é, sim, necessário alguma preocupação, principalmente relacionada a pessoas que fazem parte daquelas populações mais vulneráveis, aquelas populações, aquele grupo de pessoas que tem mais facilidade em desenvolver casos graves de covid.
O infectologista Alexandre Naime lembra que a vacina continua sendo a melhor forma de proteção contra a covid.
O médico lembra que a recomendação de isolamento continua valendo para quem apresenta sintomas gripais, com febre, tosse e dor de garganta. Além disso, nesses casos, o ideal é fazer o teste para conhecer a causa da infecção logo nos primeiros dias que os sintomas se apresentam e seguir as orientações médicas para evitar complicações.
Além da vacinação e do isolamento em caso de sintomas, o médico infectologista Alexandre Naime reforça a necessidade de higienizar as mãos com frequência para diminuir os riscos de transmissões virais.